sexta-feira, 14 de outubro de 2011

E-mails, tristes e-mails.

Você sabe que é pra você.

Hoje, fuçando no meu Gmail, resolvi digitar o seu nome na caixa de pesquisa de e-mails.
Não tinha nada melhor, nem pior, pra eu ter feito naquela hora.

Como resultado, uma lista de 14 e-mails.

O primeiro: Você brincava com as cores do e-mail e me escrevia uma mensagem linda e divertida.
O décimo quarto: Você me escrevia mais de 15 parágrafos, me dizendo o quanto você sofreu com as minhas atitudes e o quanto você não me quer mais.

Dói. Dói muito. Essa linha do tempo de sofrimento.

Me lembrei do quanto éramos felizes. Me lembrei do quão carinhosa era você comigo. Me lembrei do quão burro pode ser um homem que não sabe o que quer.

Mas afirmo, embora tudo que eu reli naquele e-mail. Estou aqui, caso um dia você queira reviver esses momentos, e dar uma segunda chance pra esse idiota apaixonado. Como você mesma disse. Aquilo que você guardava, era pro seu marido. Então, meu anjo, o seu marido sou eu.

Não te quero mais como namorada. Te quero por um segundo, só pra eu poder dizer: "Casa comigo?"

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