segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Resposta na chuva

Ve como cai a chuva, forte, dentro da noite tão fria?
É que não há sol nem dia, pra este poeta sem norte.

Vê como cai a chuva fria, causando desgraça e morte?
É que amor neguei, a sorte,  a este poeta sem alegria.

Vê, ingrata, as poças d'água?
É o pranto e a mágoa desse poeta que chora.

Vê o trovão ameaçador ou o raio destruidor?
É a paixão, poeta, que te devora.

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