Seus olhos, cor de folhas secas, brilhavam.
Brilhavam os teus olhos, pai,
Quando você me olhava em tom de repreensão,
Ou quando vc se entregava para a tristeza,
Nas vezes que caía na gargalhada
E quando você me dava conselhos.
O brilho que se foi dos olhos teus,
Está em cada gota de lágrima que sai dos meus, pai.
Está na semente de amor que você me deixou,
E no fruto que por ela foi gerado. Sofia.
E é nos olhos dela que eu encontro o brilho dos teus.
Alciléo Baptista Nogueira da Gama, capitão do exército combatente da ditadura, guerrilheiro, preso político, executivo de vendas, espírita, filho de Iansã, poeta, pintor, escritor, ufólogo, rosa cruz, pai, amigo e eterno nas minhas lembranças.
A arte do pensamento
Arte do Pensamento começou como um lugar de coisas que não seriam ditas pessoalmente, e nem compartilhadas. Talvez pelo medo de que achassem meio louco. Vem, desde o ano de 2008 com ar bem sutil de um escritor anônimo. Hoje contempla poemas, em vez dos pensamentos de um garoto louco encorajado pelo álcool.
quinta-feira, 13 de junho de 2019
segunda-feira, 30 de novembro de 2015
Disfarce da tristeza
Desperta um pouco inchado.
Tristeza plantada na cara,
Cara de choro enxugado.
Porém,
De riso fácil e expressão serene.
Invejável bom humor.
Vê só o lado bom de tudo,
Sempre algo divertido a dizer.
É que no fundo, dá vergonha.
A intenção é esconder
A realidade insana
Que insiste em viver
È fácil sorrir da boca pra fora
Embora,
Todos os dias antes de dormir, chora!
Chora quando acorda. Chora no banho.
E quase sempre que fica sozinho.
Nessas horas se percebe,
O quão gostoso pode ser,
O abraço de uma almofada ou de um travesseiro.
Na cabeça as cenas do filme da vida,
E dos romances que não foram felizes para sempre.
No coração, o desespero!
E a única certeza, te consome a alma.
Chora. Chora bastante. Mas passa.
Ao final, um café bem forte e sem açúcar.
Uma encarada no espelho, e
Talvez um tapa no seu próprio rosto,
E outro banho!
É que o disfarce da tristeza,
É a alegria espalhafatosa e exagerada.
Em cada piada, uma lágrima,
Era tão, mas tão cedo...
Foi-se a mãe, foi-se o pai,
Ficou-se o medo.
Porquê foi-se tudo que, um dia, amou.
É o medo de amar de novo.
O medo de amar como os amou.
Tristeza plantada na cara,
Cara de choro enxugado.
Porém,
De riso fácil e expressão serene.
Invejável bom humor.
Vê só o lado bom de tudo,
Sempre algo divertido a dizer.
É que no fundo, dá vergonha.
A intenção é esconder
A realidade insana
Que insiste em viver
È fácil sorrir da boca pra fora
Embora,
Todos os dias antes de dormir, chora!
Chora quando acorda. Chora no banho.
E quase sempre que fica sozinho.
Nessas horas se percebe,
O quão gostoso pode ser,
O abraço de uma almofada ou de um travesseiro.
Na cabeça as cenas do filme da vida,
E dos romances que não foram felizes para sempre.
No coração, o desespero!
E a única certeza, te consome a alma.
Chora. Chora bastante. Mas passa.
Ao final, um café bem forte e sem açúcar.
Uma encarada no espelho, e
Talvez um tapa no seu próprio rosto,
E outro banho!
É que o disfarce da tristeza,
É a alegria espalhafatosa e exagerada.
Em cada piada, uma lágrima,
Era tão, mas tão cedo...
Foi-se a mãe, foi-se o pai,
Ficou-se o medo.
Porquê foi-se tudo que, um dia, amou.
É o medo de amar de novo.
O medo de amar como os amou.
terça-feira, 18 de março de 2014
Fugas!
Então fugi...
Fugi de uns olhos
Que perscrutavam
O âmago do meu ser
E me tocava, estremecia,
Alegrava, pedia matava.
Fugi!
Fugi de um canto macio,
Meigo, convincente
Que me encantava, entristecia,
Implorava e me perdia...
Fugi!
Fugi de um querer - imensurável -
Delicioso de paraíso
Para internar-me em mim...
Este odioso em mim!
Águas claras, revoltas,
Lama tranquila.
Fuga!
Fuga!
Espasmos! Demência!
Bebedeiras mil!
E fuga e dor e ódio.
Ódio mortal
E nojento em mim!
Silêncio...
Repressão...
Conformismo...
Tu chegas!
Surges como a fatalidade.
Como surge a vida e surge a morte!
Fala-me!
Olho-te!
Uns olhos muito teus.
Fixam-me à raiz!
Tremo!
Convulsiono-me, rolam-me lágrimas.
E penso...
Volto a olhar o teu olhar...
Agito-me, receio...
Afasto-me, lembro...
Falo-te, entristeço...
E me perco!
Fuga...Fuga?
Fuga...
E saudade e anseios
E utopias!
E beijos e abraços.
E calor e estímulo.
E temor
Fuda....e perdão!
Fugi de uns olhos
Que perscrutavam
O âmago do meu ser
E me tocava, estremecia,
Alegrava, pedia matava.
Fugi!
Fugi de um canto macio,
Meigo, convincente
Que me encantava, entristecia,
Implorava e me perdia...
Fugi!
Fugi de um querer - imensurável -
Delicioso de paraíso
Para internar-me em mim...
Este odioso em mim!
Águas claras, revoltas,
Lama tranquila.
Fuga!
Fuga!
Espasmos! Demência!
Bebedeiras mil!
E fuga e dor e ódio.
Ódio mortal
E nojento em mim!
Silêncio...
Repressão...
Conformismo...
Tu chegas!
Surges como a fatalidade.
Como surge a vida e surge a morte!
Fala-me!
Olho-te!
Uns olhos muito teus.
Fixam-me à raiz!
Tremo!
Convulsiono-me, rolam-me lágrimas.
E penso...
Volto a olhar o teu olhar...
Agito-me, receio...
Afasto-me, lembro...
Falo-te, entristeço...
E me perco!
Fuga...Fuga?
Fuga...
E saudade e anseios
E utopias!
E beijos e abraços.
E calor e estímulo.
E temor
Fuda....e perdão!
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Menina valente
E você menina valente,
Será que não entende,
Que teu coração está doente?
Tua alma está jacente,
E tua chama já não se acende?
Você, menina valente!
Dona de beijos tão ardentes.
Chega a me deixar demente,
Quando se finge de menina valente!
É menina valente!
Embora te conheça tão recente,
Já sei que tu és somente,
Pureza e amor latente!
Atrás da máscara de menina valente,
Descontente!
Será que não entende,
Que teu coração está doente?
Tua alma está jacente,
E tua chama já não se acende?
Você, menina valente!
Dona de beijos tão ardentes.
Chega a me deixar demente,
Quando se finge de menina valente!
É menina valente!
Embora te conheça tão recente,
Já sei que tu és somente,
Pureza e amor latente!
Atrás da máscara de menina valente,
Descontente!
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
A lua nua
E cai a noite, cai charmosa.
Mais uma vez eu me embriago.
A lua, toda nua.
E meus desejos tão vagos.
Lágrimas escorrem.
Nos meus olhos, como orvalho.
No peito a dor crucia.
A pele se arrepia.
E de saudades vou morrendo.
Como morre o sol durante o dia.
Mais uma vez eu me embriago.
A lua, toda nua.
E meus desejos tão vagos.
Lágrimas escorrem.
Nos meus olhos, como orvalho.
No peito a dor crucia.
A pele se arrepia.
E de saudades vou morrendo.
Como morre o sol durante o dia.
segunda-feira, 9 de setembro de 2013
Resposta na chuva
Ve como cai a chuva, forte, dentro da noite tão fria?
É que não há sol nem dia, pra este poeta sem norte.
Vê como cai a chuva fria, causando desgraça e morte?
É que amor neguei, a sorte, a este poeta sem alegria.
Vê, ingrata, as poças d'água?
É o pranto e a mágoa desse poeta que chora.
Vê o trovão ameaçador ou o raio destruidor?
É a paixão, poeta, que te devora.
É que não há sol nem dia, pra este poeta sem norte.
Vê como cai a chuva fria, causando desgraça e morte?
É que amor neguei, a sorte, a este poeta sem alegria.
Vê, ingrata, as poças d'água?
É o pranto e a mágoa desse poeta que chora.
Vê o trovão ameaçador ou o raio destruidor?
É a paixão, poeta, que te devora.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Em vão...
Quantas vezes mais você vai dormir,
Sem me ter ao seu lado pra te acarinhar?
Quantas vezes você pretende sonhar sozinha?
Quantas vezes mais você pretende acordar,
Sem me ver, completamente seu, do teu lado?
Quantas vezes mais vc vai planejar um dia,
Sem ao final dele eu te dar um beijo e desejar boa noite.
Quantas vezes mais você vai viver uma vida,
Sem sentido.
Quantas? Quantas vezes?
Quantas vezes você pretende almoçar sozinha?
Quantas vezes você vai chegar em casa,
E encontrar a solidão, a dor.
Quantas vezes você vai chorar em vão?
Quantas vezes mais, musa,
Você pretende gozar sem amor.
Quantas vezes mais você vai dormir,
Acompanhada, e sozinha ao mesmo tempo.
Quantas vezes mais você vai dormir,
Sem me ter ao seu lado pra te acarinhar e te amar?
Sem me ter ao seu lado pra te acarinhar?
Quantas vezes você pretende sonhar sozinha?
Quantas vezes mais você pretende acordar,
Sem me ver, completamente seu, do teu lado?
Quantas vezes mais vc vai planejar um dia,
Sem ao final dele eu te dar um beijo e desejar boa noite.
Quantas vezes mais você vai viver uma vida,
Sem sentido.
Quantas? Quantas vezes?
Quantas vezes você pretende almoçar sozinha?
Quantas vezes você vai chegar em casa,
E encontrar a solidão, a dor.
Quantas vezes você vai chorar em vão?
Quantas vezes mais, musa,
Você pretende gozar sem amor.
Quantas vezes mais você vai dormir,
Acompanhada, e sozinha ao mesmo tempo.
Quantas vezes mais você vai dormir,
Sem me ter ao seu lado pra te acarinhar e te amar?
sexta-feira, 26 de julho de 2013
segunda-feira, 8 de julho de 2013
O tempo
Hoje,
As suas palavras não são mais doces.
A sua voz não é mais música.
Sua boca que me lembrava doçura,
Hoje me remete o gosto do fel.
Porquê ontem,
Tu eras eterna, e me prometeu o céu.
Tu eras digna, e eras a minha mulher.
E tu não me fazias chorar.
E amanhã,
Não me recordarei mais dessas lágrimas,
E tu serás indigna e triste.
Chorarás as mágoas do amor que deixou passar.
Porquê ontem eu era completamente seu.
Hoje eu sou das dores.
E amanhã serei amor, pra sempre.
As suas palavras não são mais doces.
A sua voz não é mais música.
Sua boca que me lembrava doçura,
Hoje me remete o gosto do fel.
Porquê ontem,
Tu eras eterna, e me prometeu o céu.
Tu eras digna, e eras a minha mulher.
E tu não me fazias chorar.
E amanhã,
Não me recordarei mais dessas lágrimas,
E tu serás indigna e triste.
Chorarás as mágoas do amor que deixou passar.
Porquê ontem eu era completamente seu.
Hoje eu sou das dores.
E amanhã serei amor, pra sempre.
segunda-feira, 3 de junho de 2013
Sombras
Bailem, bailem, é Duendes!
Revoem, revoem, ó Sombras!
Eu sou aquele que vos assiste.
Ó bailem, bailem!
Extasia-me a nudez espectra!
Do vosso balé de insensatez!
Arranquem, pois, o último aplauso
Do obsedado espectador.
Ó bailem, bailem!
Sade vos rege,
Masock está em mim!
Bailem, bailem!
Bailem para que eu seja!
Eternizemos as lágrimas,
e esta dor:
Eternizemos esta loucura!
Bailem, bailem ó Duendes.
Sade vos rege.
Masock está em mim!
Alciléo Gama
Revoem, revoem, ó Sombras!
Eu sou aquele que vos assiste.
Ó bailem, bailem!
Extasia-me a nudez espectra!
Do vosso balé de insensatez!
Arranquem, pois, o último aplauso
Do obsedado espectador.
Ó bailem, bailem!
Sade vos rege,
Masock está em mim!
Bailem, bailem!
Bailem para que eu seja!
Eternizemos as lágrimas,
e esta dor:
Eternizemos esta loucura!
Bailem, bailem ó Duendes.
Sade vos rege.
Masock está em mim!
Alciléo Gama
terça-feira, 26 de março de 2013
Desistência
No quarto trancado,
O cheiro da solidão entranhava nas suas narinas,
E ardia. Ardia.
Ardia como arde o fogo.
O fogo que queima o baseado na boca.
O fogo que ateou na cortina do quarto.
A morte corria sua pele,
Como antes corria uma língua.
E os arrepios que outrora eram desejo,
Naquele momento se tornaram prelúdio,
E o suor do corpo, se mistura às suas lágrimas.
E o que resta ainda é dor, e solidão.
Seus gritos nem são mais ouvidos.
E o desejo súbito de se parar o coração.
A vontade rasga tua carne.
As tuas feridas jamais cicatrizarão.
Porquê não estão na carne. São de alma.
E a tua morte, é a solução.
A morte sofrida, com dor, como foi tua vida.
O fogo já secava as lágrimas,
E o corpo já não tinha mais o que suar.
Os teus pêlos já não existem.
Os teus olhos já não enxergam.
Queima, queima aos poucos.
Queima, como se queimou os teus amores.
Queima, como se queima as tuas lembranças.
Queima, como se queria queimar a dor.
Queima. Queima. Queima. Queima.
Sua pele distorcida,
Teu rosto irreconhecível.
Tentativas, em vão, de suspiros desesperados.
O momento mais feliz da sua vida.
O fim de todas as suas dores.
A dor do fogo, era menos dor, que a dor do amor.
E então chega a morte. Vestida de preto.
A silhueta de uma mulher. Da sua mulher.
Era a morte. Cruel. Assassina. Era ela.
Já não havia mais lágrimas. Já não havia mais dor.
Já não havia mais vida.
O cheiro da solidão entranhava nas suas narinas,
E ardia. Ardia.
Ardia como arde o fogo.
O fogo que queima o baseado na boca.
O fogo que ateou na cortina do quarto.
A morte corria sua pele,
Como antes corria uma língua.
E os arrepios que outrora eram desejo,
Naquele momento se tornaram prelúdio,
E o suor do corpo, se mistura às suas lágrimas.
E o que resta ainda é dor, e solidão.
Seus gritos nem são mais ouvidos.
E o desejo súbito de se parar o coração.
A vontade rasga tua carne.
As tuas feridas jamais cicatrizarão.
Porquê não estão na carne. São de alma.
E a tua morte, é a solução.
A morte sofrida, com dor, como foi tua vida.
O fogo já secava as lágrimas,
E o corpo já não tinha mais o que suar.
Os teus pêlos já não existem.
Os teus olhos já não enxergam.
Queima, queima aos poucos.
Queima, como se queimou os teus amores.
Queima, como se queima as tuas lembranças.
Queima, como se queria queimar a dor.
Queima. Queima. Queima. Queima.
Sua pele distorcida,
Teu rosto irreconhecível.
Tentativas, em vão, de suspiros desesperados.
O momento mais feliz da sua vida.
O fim de todas as suas dores.
A dor do fogo, era menos dor, que a dor do amor.
E então chega a morte. Vestida de preto.
A silhueta de uma mulher. Da sua mulher.
Era a morte. Cruel. Assassina. Era ela.
Já não havia mais lágrimas. Já não havia mais dor.
Já não havia mais vida.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Reflexão
Não me prometa nada,
eu vivo um dia de cada vez,
só tenho memória recente. Sobre ontem, pouco lembro,
sei que fui dormir
e, antes,
conferi se todas as portas estavam trancadas
e, se eu estava feliz.
Também sei que ainda era cedo, e que fazia muito frio.
Mas, sim, eu estava feliz. Vou deixar apenas a luz do abajur acesa,
e o seu cd de jazz tocando bem baixinho,
para que eu escute como foi seu dia,
e o que você gosta de ler. Não é que eu não goste de me expor,
mas a semana passada,
já faz muito tempo pra mim. Mas, se te interessa saber,
meu coração está desocupado,
e eu gosto quando você me abraça forte. Não basta um amor
Que apenas
Nos acenda Quando
nos amamos,
ascendemos... Talvez, isto seja o suficiente,
para que você chegue mais perto e conviva,
sem se incomodar,
com o silêncio que eu carrego nos olhos...
Mas, sim, eu estava feliz. Vou deixar apenas a luz do abajur acesa,
e o seu cd de jazz tocando bem baixinho,
para que eu escute como foi seu dia,
e o que você gosta de ler. Não é que eu não goste de me expor,
mas a semana passada,
já faz muito tempo pra mim. Mas, se te interessa saber,
meu coração está desocupado,
e eu gosto quando você me abraça forte. Não basta um amor
Que apenas
Nos acenda Quando
nos amamos,
ascendemos... Talvez, isto seja o suficiente,
para que você chegue mais perto e conviva,
sem se incomodar,
com o silêncio que eu carrego nos olhos...
Escrito pela minha amiga Sílvia Azevedo
segunda-feira, 11 de março de 2013
Por dentro
Sou daqueles que acredita que toda pessoa vem a Terra com uma missão. Umas mais fáceis, outras mais difíceis, mas a pior de todas é sempre a sua. Creio também, que tudo que é colocado na sua vida, é com o intuito de fazer você superar. Você pode ser fraco e chamar aquilo de impedimento. E você pode optar por ser forte, e chamar aquilo de obstáculo superado. Pode ser clichê dizer isso, mas é a única opinião que eu consegui formar depois de passar por tudo que o destino me reservou. Você não é do tamanho dos seus sonhos. Você é do tamanho dos obstáculos que você venceu. E, sendo assim, só posso concluir que eu sou grande. Que eu sou forte. E que eu venci e vou vencer sempre, com dignidade, honestidade e respeito pelo próximo. Independente do que qualquer pessoa diga ou pense a meu respeito. Quando você vê um sorriso no meu rosto (o que não é muito raro de acontecer) por trás de todo esse sorriso tem saudade, tem dor, tem a morte que está sempre presente na minha vida. Mas eu sorrio sempre, e não transpareço nada além de alegria, felicidade e contentamento com a vida. E você sabe porquê? Porquê eu sou forte. Eu nasci forte. Eu aprendi a ser forte. Eu fui forjado no vale da morte, e não me esqueci como se vive. Porquê eu sou do tamanho dos meus obstáculos e nada nem ninguém vai me derrubar.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
Deste lado
À você eu escrevo,
Meu grande e verdadeiro amigo.
Que garante o meu sossego,
Que sempre está comigo.
Um copo raso, muito gelo,
E duas doses do meu melhor amigo.
Meu grande e verdadeiro amigo.
Que garante o meu sossego,
Que sempre está comigo.
Um copo raso, muito gelo,
E duas doses do meu melhor amigo.
terça-feira, 29 de janeiro de 2013
Entendimento da vida
Já parou pra pensar que a escuridão, o mal, e a morte não existem? Fora de qualquer discussão religiosa. Eles existem apenas em função de seus opostos, mais nada. O mal nada mais é do que a ausência do bem. A escuridão nada mais é que a ausência de luz. A morte nada mais é do que a ausência de vida. Então, porquê essas coisas nos perturbam tanto? Por simples falta de confiança no que realmente existe. O medo da escuridão só atinge alguns, porquê eles não confiam no que viram quando havia luz. O mesmo com o bem, quando existe, e com a vida. Eu aprendi, durante a minha vida, a lidar com a morte. Várias pessoas me perguntaram porquê a morte não me atinge tanto, alguns até mesmo chegaram a dizer que eu não tenho sentimentos. Nada disso, senhores. É que eu simplesmente não acredito na morte. E eu não tenho medo e nem me deixo abalar pelo que não existe. Sinto saudade, e muita saudade de tudo que perdi. Mas é só isso. Eu confio na plenitude e na perfeição do Universo. Eu vejo o bem, vejo vida, e vejo luz em tudo que acontece. Sou humilde o suficiente pra assumir que eu não tenho a menor condição de julgar o que é bom ou o que é ruim. Simplesmente tomei pra mim, que tudo que acontece é bom. Eu tiro o melhor e o máximo de tudo que acontece na minha vida. E entendo, perfeitamente, que o melhor PRESENTE que alguém pode deixar, é um FUTURO.
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